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terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Juvenis - Santa Cruz (3) Ases Leça (0)

6ª Jornada - Sabado 07 Novembro - Pavilhao Santa Cruz


Treinador: Pedro Maia
Tr. Adjunto: Bruno Regadas
Delagado: Carlos Silva

Cinco Inicial:
Ze, Bernardo, Joao Barbosa, Fabio, Pedro Matos

Jogaram ainda:
Joao Bela, Ricardo, Reis, Hugo

Ao intervalo: 2 a 0
Resultado final: 3 a 0


Comentario ao jogo pelo mister Pedro Maia:
" Jogando num campo de um adversario bastante forte optamos por baixar a linha defensiva para o meio campo pois sabiamos que podiamos criar algumas dificuldades na construçao do seu processo ofensivo procurando depois sair rapido para o contra-ataque o que aconteceu poucas x na primeira parte. Na fase inicial do jogo conseguimos estancar o jogo do adversario que aproveitou um lance de bola parada para fazer o primeiro golo.
Num dos poucos lances que o nosso sistema defensivo falhou o adversario chegou ao segundo golo...
Depois do intervalo entramos um pouco mais pressionantes no jogo, chegamos mais x a baliza do adversario mas tambem expusemo nos mais e o adversario criou mais oportunidades de aumentar a vantagem o que viria a conseguir em mais uma bola parada aproveitando alguma ingenuidade dos meus atletas, propria de quem se encontra em competiçao ha pouco tempo.
Gostei do jogo da minha equipa perante um adversario que merecia estar na divisao acima pela qualidade dos seus atletas e do seu trabalho.
Tenho vindo a notar um abaixamento de forma de alguns atletas importantes e estas duas semanas vao ser importantes para percebemos o que se passa e combate lo da melhor forma possivel."

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 Entrevista ao Jornal Maiahoje

http://www.maiahoje.pt/noticia.php?id=1116 clique aqui

 
 
Concretizada a subida dos juniores

Na qualidade de melhor segundo classificado das três séries do campeonato de futsal da II Divisão da AFP, a equipa júnior do Grupo Cultural e Recreativo de Ardegães foi premiada com a subida ao primeiro patamar. Uma prenda para uma colectividade que no passado dia 25 de Abril comemorou o seu 33º aniversário.
A época terminou em grande, com a vitória no último jogo, por 6 a 1, com uma das candidatas à subida de divisão, mais concretamente o Carvalhido.
No momento dos festejos, o técnico da equipa de Águas Santas, Pedro Costa, exaltou o feito pelo facto de ter sido conseguido num contexto de dificuldades. «No final do encontro festejamos à moda de Ardegães. Juntos relembramos o passado recente com o mesmo sentimento de “orgulho” e até deu para rir e chorar os bons momentos».
Pedro Costa relembra obstáculos como «as ausências de atletas nos treinos e jogos por motivos profissionais. A média por treino rondava os 6 jogadores. Pelo mesmo motivo faltei a treinos». Uma das grandes “dores de cabeça” foi a ausência do único guarda-redes do Ardegães, que deixou de treinar e só aparecia nos jogos. «Mando um grande abraço a um amigo, de seu nome Hugo, de 16 anos, que efectuou os nossos treinos como guarda-redes para me ajudar».
O técnico refere-se, ainda, ao castigo decretado ao atleta Fábio Gomes, que o impediu de jogar em toda a segunda volta; «Perdeu a cabeça com um árbitro que decidiu dar início a um jogo quando a quadra estava completamente alagada em água».
Todavia, o momento é de festejar a subida à I Divisão e Pedro Costa considera, mesmo, ter sido a sua melhor época ao longo dos dez anos que leva como treinador. «Fiz desta equipa um conjunto fantástico, que soube acreditar em mim e, principalmente, sobre acreditar no grupo. Os momentos que passei no Ardegães foram fantásticos. São um bom exemplo para o meu futuro como treinador».
Pedro Costa sente-se, também, orgulhoso pelo facto da subida ter sido conseguida numa série que, no seu entender, foi das mais complicadas. Por isso deixou uma palavra de reconhecimento aos adversários, «principalmente às equipas do Amanhã da Criança, o vencedor da série, Carvalhido, Negrelos, Dream Team, Guifonense e S. Pedro Fins, todas elas com grande qualidade e com bons treinadores, treinadores actualizados no futsal».
Pedro Costa dedica a subida de divisão a várias pessoas: «ao meu Pai e à minha Avó porque estão a atravessar uma fase muito difícil das suas vidas; à Cátia porque não teve o sabor de me acompanhar como sempre fez, ao Zé, Sérgio e ao Hélder, que me ajudaram neste percurso de dois anos e que nunca me deixaram ir abaixo; ao Bruno que transportou quase sempre os atletas a casa depois dos treinos e jogos; ao Joãozinho de 9 anos, o meu seccionista e muitas vezes guarda-redes nos treinos; aos Directores que sempre resolveram os problemas desta equipa; à massa adepta que nos apoiou e sempre acreditou em nós; e aos meus atletas por tudo o que fizeram».
Quanto ao futuro, o nosso entrevistado adianta que se encontra a estudar algumas propostas. Uma decisão que deseja tomar atempadamente, no sentido de planear a primeira fase da época junto do seu futuro projecto.
Um projecto que até poderá passar pelo Ardegães, mas desta feita no escalão sénior; «Acho que seria a altura ideal para o GCR Ardegães apostar nos seniores. Estes atletas têm uma elevada margem de progressão e podiam ajudar ainda mais o clube».
A bola está, assim, do lado da direcção. Pedro Costa aguarda por uma resposta, não escondendo que treinar uma equipa sénior da casa seria cumprir um sonho.

 

 

Ardegães 2-1 AR Negrelos Junior

Se há jogos em que as coisas não poderiam sair da pior maneira, este foi um deles. Perdemos este jogo porque simplesmente fomos inferiores ao adversário. A realidade é essa e os meus jogadores sabem disso. Não os conseguimos igualar em ambição, força e vontade de ganhar. Houve também aspectos em que poderia ter feito algo para mudar o rumo dos acontecimentos e não o fiz, factores que de certeza irei aprender com o tempo a resolver. Quando perdemos, perdemos todos, mas neste encontro se calhar perdemos porque eu estive lento a perceber o que se passava no campo, e peço desculpa ao grupo por tal, mas penso que não foi por aí... Resta-nos reflectir sobre o que esteve mal, eu próprio já o fiz, e seguir em frente porque ainda temos vitórias para conquistar!! Quanto ao Ardegães demostrou que mesmo só com 5 jogadores para o jogo conseguiu dominar e ganhar. Parabéns a eles, em especial ao meu colega treinador Pedro Costa, e só espero que consigam subir pois têem qualidade para isso e muito lutaram para tal. Quanto à minha Grande Equipa é pensar no jogo com o Santo Eugénio, eu estarei lá com vocês como sempre estive e como sempre estarei. Mais do que um Grupo uma Familia!!
Cinco Inicial: Cristiano; Zé Manel; Tiago C.; Tiago A. e Buita.
Jogaram ainda: Brites; Barroso; Fábio; David e Diogo.
N/ Utilizado: Ricardo.
Golo: Buita
Força Malta!!
Força AR Negrelos!!

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NOTÍCIA DO JORNAL "MAIAHOJE"

 

Jogo entre Ardegães e Amanhã da Criança ainda “ferve"

 

2008-01-11 - José Matos

O jogo do campeonato distrital de juniores da 2ª divisão entre as formações do Grupo Cultural e Recreativo de Ardegães e da Associação de Solidariedade Social “O Amanhã da Criança” começou no último Sábado do ano e ainda não acabou. A partida foi interrompida quando faltavam 9 minutos para o seu término por repentina quebra da iluminação, estando o Amanhã da Criança a vencer por 2-0. O tempo que resta terá agora que ser cumprido numa data a designar, tudo o indica ainda este mês, a meio da semana.
Todavia, se o jogo já prometia ser quente pelo bom campeonato que as duas equipas estão a fazer (na altura o Ardegães estava em 1º lugar e o Amanhã da Criança em 2º), situações extra-jogo ainda o tornaram mais “efervescente”.  
Pedro Costa, treinador dos juniores do Ardegães não cala alguma revolta, estranhando a presença maciça de agentes de PSP no jogo em questão; «Nunca tinha visto tantos agentes num jogo de juniores. Nem tão pouco de seniores, só, talvez, no recente Benfica-Sporting a contar para a Taça de Portugal. Estavam mais de 10 agentes, sem contar com os que se encontravam à paisana. Ando no futsal há 10 anos e nunca tinha visto tal quadro. Houve gente que nem conseguiu entrar no pavilhão tal eram os cuidados tidos com a revista à entrada. Que confusão».
Pedro Costa fala, ainda, em pressões; «Durante a semana anterior ao jogo tínhamos recebido informações de que se trataria de uma partida de alto risco. Fomos também ameaçados com a perda do pavilhão para os jogos e treinos na eventualidade de acontecerem distúrbios. Os próprios árbitros tiveram, antes do jogo, uma pequena palestra com a minha equipa, dizendo que não perdoariam nada».
Situações que levam o técnico a lançar várias perguntas, ainda que saiba serem retóricas; «Porquê tudo isto? Quem é que preparou e pagou tudo isto? Estavam à espera de quê?».
O jogo acabou por decorrer sem incidentes, tirando a tal falta de iluminação;«Só falta dizer que fomos nós», ironizou.
Pedro Costa lamenta que estejam a «acontecer coisas muito estranhas», dando o exemplo do jogo do último Sábado, na deslocação do Ardegães ao Carvalhido; «O árbitro mostrou o vermelho a um jogador meu e disse que houve tentativa de agressão. O jogo foi interrompido quando perdíamos por 2-0 e de nada valerá ripostarmos.   Ainda por cima o encontro nunca devia ter sido realizado. O pavilhão estava impraticável, cheio de água».
Num tom claramente incomodado, o técnico desabafou que ninguém tem que se preocupar com o Ardegães; «Já disse anteriormente que não queremos subir de divisão. Apenas quero que estes jovens façam uma boa época no seu último ano de clube e que possam sonhar. Aliás, em princípio, para o ano, não vamos ter juniores, pois eles vão ascender de escalão e até poderemos vir a ter uma equipa de seniores».
Neste momento, o clube está em 3º lugar. Em primeiro está o Amanhã da Criança, com os mesmos pontos do Negrelos, adversário que veio ao Corim vencer a equipa da casa na última jornada, por 1-2. Faltam, contudo, os tais 9 minutos para acerto de calendário.
De referir que o MaiaHoje contactou o técnico responsável pela formação do Amanhã da Criança, André Martins, que preferiu não tecer quaisquer comentários antes da realização do tempo de jogo que falta.
Todavia, segundo apurámos, a protecção policial foi solicitada pelo Amanhã da Criança, tendo em conta os acontecimentos de há dois anos atrás, quando houve invasão de terreno de jogo em Ardegães, num encontro que o Amanhã da Criança venceu por 4-5.

 

 

Comentário ao jogo por Helder Gomes.

A.R. NEGRELOS juniores 1 - 3 Ardegães

Jogo no Pavilhão da Escola Sec. D. Afonso Henriques na Vila das Aves, dia 22 Dezembro pelas 18:00horas.

É este o sentimento que senti no final desta partida, por tudo o que fizemos no jogo por tudo o que vi nele.

De lembrar que jogamos perante uma equipa muito forte, com excelentes trocas de bola que sabe ter a inteligência de quando atacar mas também de quando defender e sofrer, muito à nossa imagem. Penso que somos equipas muito parecidas nisso e por isso o jogo tenha sido Espectacular e cheio de muitas emoções.

Fomos uns verdadeiros Bravos lutando contra um inicio de jogo não muito bom de nossa parte, onde acabamos por sofrer o 1º golo. Mas a resposta dada foi mais do que compensadora, tivemos 15 minutos da primeira parte de grande qualidade, que só não foi materializada em golos por mera “inércia” e nervosismo próprios de quem estava a viver um jogo intenso. A segunda parte começou com a mesma toada mas já mais um pouco equilibrada, mas com a nossa equipa a conseguir algumas oportunidades para marcar enviando nesse momento uma bola ao poste que serviria de aviso para o golo que pouco depois viria a colocar justiça no resultado até aquele momento. O empate acabou por não durar muito tempo pois a equipa do Ardegães acabou por marcar o seu 2º golo tendo ainda antes deste enviado também ela uma bola ao poste. Já nos momentos de desespero acabou por surgir o 1-3 através da marcação de uma grande penalidade. Era o golo da sentença na partida, mas mesmo assim fomos atrás do 2º com muita garra e muito espírito de luta. Neste jogo reconheci que perdemos para uma grande equipa, mas acima de tudo, e mais importante que isso, ganhei uma equipa, conquistei um grupo fabuloso que já sabia que o tinha mas talvez eles nunca o tivessem demonstrado tão bem como neste desafio. Para vocês (plantel júnior de futsal da A.R. Negrelos) o meu especial Obrigado por fazerem-me sentir um treinador Orgulhoso da equipa que possui!! Ao nosso adversário uma enorme ovação pelo excelente espectáculo que proporcionaram, vocês mereceram o aplauso final!!

Cinco Inicial: Cristiano; Zé Manuel; Tiago Cunha; Brites e Vítor.

Jogaram ainda: Tiago Antunes; Diogo; David; Barroso.

N/ Utilizados: Fábio e Ricardo.

Lesionado: Jorge (G.R.).

Golo: Vítor.

Para finalizar desejo a todos os leitores e visitantes do blog um Feliz Natal e os votos de um ano de 2008 cheio de sucessos a todos os níveis.

O que foi dito no site do Sto. Eugénio referente ao jogo Ardegães 1-0 Santo Eugénio

SANTO EUGÉNIO - FUTSAL

JUNIORES PERDERAM EM ARDEGÃES (1-0)

Jogando contra o 1º classificado os juniores do Santo Eugénio perderam pela margem mínima e a poucos minutos do fim do encontro. Continua a faltar um pouco de garra aos nossos jovens atletas e alguma sorte, contudo neste jogo a equipa de Ardegães foi superior, contando nas suas fileiras com jogadores com boa técnica e bom toque de bola. Valendo a excelente exibição do guarda redes Cabral (Santo Eugénio) evitando assim o ampliar do resultado. Apesar de tudo a equipa do Santo Eugénio ainda enviou duas bolas aos postes da baliza adversária.

 

 

 

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Juniores do Ardegães a “todo o gás”

2007-10-29 - José Matos

A formação de juniores de futsal do Grupo Cultural e Recreativo de Ardegães (Águas Santas) ainda não sabe o que é perder pontos no campeonato da 2ª Divisão Nacional na época 2007/2008.
Cumpridas que estão quatro jornadas, registou-se para os lados de Ardegães quatro vitórias, que correspondem a 12 pontos (equipa lidera, lado a lado com o Amanhã da Criança e o Dream Team, do Porto).
Na primeira jornada a formação maiata recebeu o Bairro do Outeiro, vencendo por 6 a 3. Esteve a perder por duas vezes, mas conseguiu dar a volta ao marcador, terminando um encontro sofrido com uma vantagem reconfortante. Seguiu-se a deslocação até ao Pavilhão do CD Aves, vencendo confortavelmente por 0 – 4.
Na terceira jornada havia um dérbi, com a recepção à forte formação do Monte das Pedras (Moreira). Os jovens de Ardegães viram-se novamente a perder (com culpas para o guarda-redes da casa), mas mais uma vez deram a volta, terminando o jogo na condição de vencedores, com o resultado a espelhar um 3-1.
Na jornada disputada no último fim-de-semana, o Ardegães “sacou” nova vitória (2-3) no reduto da Juventude Guifonense.
Pedro Costa, treinador da equipa de juniores e coordenador técnico de toda a formação do Ardegães, referiu que o objectivo de passar uma boa imagem do escalão no campeonato está a ser conseguido; «Queremos limpar a má imagem da época passada, em que estivemos francamente abaixo das nossas possibilidades. Trabalhou-se para estarmos bem na presente época e é o que estamos a conseguir».
Não obstante o bom início, Pedro Costa não “embandeira em arco”; «Não nos assumimos como candidatos ao título», avisou. Calar o sonho no balneário é que já é mais difícil; «Sei que os meus atletas pensam nisso. É compreensível. Seria um bom prémio para eles, visto que estão a fazer o último ano ao serviço do Ardegães». Recorde-se que este clube aquisantense não possui equipa sénior federada e que a maior parte dos jogadores dos juniores vem desde os iniciados.
Este Sábado, pelas 19h00, joga-se mais um capítulo do sonho, com o Ardegães a receber o Santo Eugénio pelas 19H00.

 

 

Entrevista dada ao jornal do Santa Cruz F.C. "O Santacruzense"
Jornalistas: Diana e Rosa

“Não pensem que estão a fazer um favor ao Santa Cruz F.C.,

pois é o Santa Cruz F.C. que vos está a fazer um favor" 

    Esta é uma das principais mensagens que Pedro Costa ex-dirigente e treinador do Santa Cruz F.C. tenta passar a todos os que apoiam e ajudam o nosso clube. Foi o homem das mil tarefas no Santa Cruz F.C. e agora é actual treinador dos juniores do Ardegães. Com esta entrevista ficamos a conhecer melhor o seu percurso desportivo, o porquê da sua saída, as suas ambições e projectos para o futuro.

    A entrevista foi realizada no dia 20 de Abril e antes de a começarmos Pedro Costa fez menção que fazia 5 anos que a 1ª equipa de futsal do Benfica veio ao Santa Cruz F.C.

P – Como é que chegou ao Santa Cruz F.C.?

 

R – Eu cheguei em 2000 porque o meu irmão (Fernando Costa, anterior presidente do nosso clube) me convidou. Demorei a aceitar porque estava a passar por uma fase complicada da minha vida, mas lá acabei por por entrar para o Santa Cruz F.C. Fui à primeira reunião e apeteceu-me vir logo embora pois a confusão era muita e nessa altura queriam tirar pessoas do clube, pessoas com alguma idade, etc.

No 1º ano fui conhecendo melhor as pessoas, comecei a lidar melhor com elas e vi que afinal não era assim tão mau. Comecei por ajudar e só mais tarde é que fui para treinador. Vinha do trabalho a pé, isto é de Perafita para cá, só para pôr as bolas e as águas para os treinos. Naquela altura o Paulo que era o treinador dos infantis chateou-se com o adjunto e eu fiquei a ajudar.

A partir daí começei-me a interessar e a gostar mais, pois até dava o treino quando o Paulo chegava atrasado ou não vinha. Depois tive a oportunidade de ficar a treinar os infantis com a ajuda do Rui. Foi uma época complicada porque tinha poucos jogadores (5 ou 6), mas mesmo assim consegui formar uma equipa. Nesse ano ficamos em 8º lugar, mas ganhamos a prova extra.

No 2º ano com os infantis ficamos em 3º lugar, no 4º ano já com os iniciados fiquei também em 3º lugar, no 5º ano com os juvenis ficamos em 1º lugar e no 6º ano com os juniores ficamos em 4º lugar.

Fui sempre habituado a ganhar, com a ajuda dos jogadores e com mérito meu também. Não preciso que as pessoas me digam o que é que eu valo, pois eu reconheço o meu mérito.

 

Nestes anos todos não treinei só, fiz muitas outras coisas para o Santa Cruz F.C. evoluir. O Santa Cruz F. C. hoje tem 5 equipas mais a escola de futsal, mas quando começou fez-lo por baixo com menos escalões.

No 1º ano, tivemos a ajuda do Sr. Gabriel (que já foi embora), que foi um homem que deu muito a este clube, que por acaso também é o meu futuro sogro. Nessa altura era necessário uma sede e só assim poderíamos ganhar dinheiro para comprar uma carrinha.

A carrinha era importante, pois queriamos crescer e termos mais escalões, mas para isso era necessário o transporte. Como tal era preciso ganhar dinheiro para comprar a carrinha e uma das formas de o obter era ter uma sede. Contudo ter a sede não foi fácil.

Há um dia que encontro o Sr. Gabriel e peço-lhe que me ajude a fazer uma sede e que viesse para o Santa Cruz F. C. Depois de algum tempo e com alguma resistência lá veio ajudar.

O problema era onde fazer a sede? Havia duas hipoteses: uma garagem aqui perto ou a garagem do Damião. A 1ª hipotese era complicado porque as pessoas que moravam em cima não eram muito sociáveis e como tal só restava a garagem do Damião. Nessa altura falei com o Damião e ele disse que era com a esposa, depois fui falar com a esposa e ela “passava a bola” para o Damião e não se decidiam. Uma vez quando vinhamos do 1º Torneio das colectividades de Matosinhos, (e se ainda me lembro ganhamos esse torneio e foi a 1ª vez que ganhei ao Freixieiro), pegamos nos miúdos e fomos para a frente da garagem do Damião e começamos a cantar: “Queremos a sede”!!!! E foi assim que sensibilizamos a família Damião e eles disseram que sim. Na 2º - feira a seguir já estavamos lá todos as 18h e limpamos tudo. O Damião ficou admirado pois não estava à espera que levassemos aquela ideia para a frente.

 

Assim, lá conseguimos juntar dinheiro para comprar a carrinha e começamos a crescer. Nesse tempo não deram um prazo de um ano para a sede ficar aberta, pois era complicado as pessoas virem para aqui ajudar pois também têm o seu trabalho e a sua famíla. Para tentar solucionar o problema criou-se horários e numa semana vinha um, na outra semana vinha outro. Eu vinha a pé de Perafita às 17h, chegava à sede as 17h30 e tinha a sede aberta até as 20h00 todos os dias, fora os fins-de-semana que também ia para lá. Até agora não fechou, embora tenha havia alguns conflitos, mas nunca fechou. Agora temos o Sr. Sousa, que está lá e não é fácil. É incrivel como aquele homem está ali e parece que está a fazer o negócio dele. Tem sempre o dinheiro contado e certinho e ninguém consegue sair sem pagar o café que ele vai logo atrás da pessoa. Não é fácil arranjar uma pessoa para lá ficar e neste momento se o Sousa se chatear não vejo solução para aquilo.

 

Foi um dos primeiros passos que dei e que ajudou a ter coisas novas no clube. Há quem diga que o Santa Cruz F. C. cresceu muito depressa e se calhar eu sou o principal culpado. Sempre tentei trazer coisas novas: fazer torneios como por exemplo o do Narciso Miranda, fazia o jornal sozinho, arranjar patrocínios, fazia o site na internet, fazia os cartazes e para além disso tudo ainda dava os treinos. Nessa altura também coordenava as equipas todas e facultava aos treinadores logo a seguir aos jogos e no primeiro treino da semana as estatísticas, os calendários, os resultados, etc. Também me lembrei que o Santa Cruz F.C. não tinha hino e inventei uma letra. Depois pedi ao Sr. Mota que é maestro no grupo coral para fazer os arranjos.Fiz ainda a história do Santa Cruz F.C. com a juda do Sr. Mário Branco. Era o homem dos mil trabalhos.

 

P – O que o fez sair a época passada do Santa Cruz F.C.?

 

R – Foi pelo cansaço de todas as coisas que fazia no Santa Cruz F.C. e que referi na resposta anterior. Eu tenho um feitio que quando digo que não, é não e não vale a pena vir atrás de mim pois não mudo de ideias. Este último ano que cá fiquei foi muito cansativo e os anos anteriores também contaram para a saturação.Estava cansado e as pessoas que estavam à minha volta não faziam nada, isto é, apenas faziam o que lhes

competia e como eu levava aquilo muito a peito, exigia que os outros também o fizessem. Houve uma luta constante por mim, pois nós somos uma colectividade e tinhamos que dividir tarefas por todos, mas tal não se conseguiu. Sentia-me sozinho e sentia que não tinha apoio nenhum. É lógico que este pensamento é errado, mas hoje já consigo ver as coisas de maneira diferente. Hoje penso que não fiz nenhum favor ao Santa Cruz F.C., pelo contrário, o Santa Cruz F.C. é que me fez um favor a mim. Cresci muito como homem nestes anos que aqui estive, e isso foi à custa de quê? Do Santa Cruz F.C.

O Santa Cruz F.C. não precisa de ninguém, posso estar a ser um bocado duro, pois investimos dinheiro, trabalho e tempo e é normal pensar que estamos a fazer um favor ao clube, mas já não penso assim.

Eu hoje penso que o clube ajudou-me muito, principalmente a crescer e isso é ponto acente. O Santa cruz F.C. deu-me a oportunidade de enfrentar a sociedade, que nessa altura era dificil para mim, deu-me a oportunidade de falar com pessoas, de lidar com elas e com as crianças.

Se todas as pessoas pensassem que não estão a fazer um favor ao clube, mas é clube que lhes está a fazer um favor, as coisas teriam um “bom porto”.

A principal razão para eu sair do Santa Cruz F.C. foi mesmo a saturação, por não conseguir ver as pessoas trabalhar o que elas estão hoje a trabalhar. Por exemplo, eu não via o Rui a trabalhar como trabalha agora, assim como o João Moreira e as outras pessoas, eles tiveram que “arregaçar as mangas” para manter isto em andamento. Mas eu era eu, tinha tempo e vontade de fazer e exigia isso das outras pessoas...claro que elas tinham a sua vida...e na altura não entendia isso....

Hoje já percebo, já entendo claramente que todos temos vida para além do Santa Cruz F.C., assim como as nossas famílias...não podiam estar sempre a 100% como eu estava...

Mas ainda bem que saí porque agora essas pessoas têm mais tempo para trabalhar e “levar o barco para a frente”. Muitas pessoas pensaram que quando eu saí o Santa Cruz F.C. iria acabar, que já não seria a mesma coisa e eu disse exactamente o contrário e ainda bem que aconteceu o que eu disse, isto é, o Santa Cruz F.C. não acabou...é um alívio da minha parte!

 

P – Como correu esta época no seu actual clube o Ardegães?

 

R – Eu tenho um amigo no Ardegães, o Zé, e costumava desabafar com ele.Quando lhe disse tinha saído do Santa Cruz F.C. ele não se acreditou logo e em Julho fez-me o convite para ir treinar para o Ardegães. Disse-lhe que gostava de fazer no Ardegães o que estava a fazer no Santa Cruz F.C. , mas ele disse-me que não. Que não ia para lá fazer o que fazia aqui, ia apenas para treinar e nem uma bola ia buscar. E assim foi...

Pedi-lhe para me pôr num escalão mais pequeno, mas acabei por ir para os Juniores. Quando vi os miúdos deu-me vontade de fugir, nem numa bola sabiam tocar e eram mal comportados. Eu nem sabia no que me ia meter...mas fui sem medo! Assim, peguei numa equipa desiquilibrada mas hoje estamos em 10º lugar.

Esta época foi apenas para ver como era, para eles se habituarem à minha postura, à minha maneira de ser, mas tive muitas dificuldades. Posso dizer que os meus primeiros 4 jogos foram 4 derrotas, marcamos 8 golos e sofremos 29. Para quem está habituado a ganhar e jogar para ganhar foi bastante difícil.

Mas nunca desisti...da minha sabedoria, da minha vontade e do meu querer...e pus os miúdos a jogar à bola e isso é que me orgulha! As coisas estão a mudar bastante e já

estou mais ligado e habituado ao clube. O Zé é que me põe travões senão fazia igual como no santa Cruz F.C. A solução é dizer as minhas ideias ao Zé e ele é que fala delas por mim.

De resto está tudo a correr bem, fora a classificação, mas está a evoluir a nível de trabalho. No Ardegães estou bem e recomendo..estou tranquilo e faço apenas 1% daquilo que fazia no Santa Cruz F.C.

 

P – Acompanhou o campeonato do Santa Cruz F.C. nos vários escalões? O que achou?

 

R – Não acompanhei muito, mas estava com medo de esta época não ver um jogo dos escolas. Vi 2 jogos dos juniores, 4 dos juvenis, vi dos iniciados e dos infantis e estava a ver que não via nenhum dos escolas. Todavia, consegui ver um jogo e sabia perfeitamente o que eles valiam e toda a gente dizia que tinham uma execelente equipa. Desde o ano passado foi um processo doloroso, não foi fácil, mas o Hélder teve o dom e a paciência e este ano teve o proveito. Daquilo que eu vi dos escolas a jogar, fiquei parvo e tinha muitas dúvidas que no início do campeonato a minha equipa ganhasse aos escolas...ganhar talvez ganhasse, até devido à superioridade física, mas que jogavam muito melhor que a minha equipa jogavam.

Nos infantis houve um período que pôs este clube num baixo nível técnico e táctico que foi a mudança drástica de treinadores. Eu na altura até pensei: “eles estão tolos, o que é que eles estão a fazer? Não há mais soluções?” Na minha opinião mantinham-se os treinadores e faltando um para um escalão, o treinador que viesse novo iria preencher esse espaço. Se calhar estou a criticar porque eles desceram na classificação e também a nível de qualidade.. mas é dificil os treinadores pegarem numa equipa a meio da época e até os atletas têm dificuldade em aceitar o treinador. Isto tudo ajuda a baixar a qualidade..não estou a pôr em causa o treinador, pois se essas equipas subissem na classificação não estaria a falar agora. Mas achei mal a mudança, contudo aceito a decisão de se tentar melhorar. Se calhar foi a solução mais viável na altura e que toda a gente aceitou (penso eu). Foi para melhorar, não obtivemos os resultados pretendidos mas que fique de exemplo.Se estivesse no lugar dos treinadores não tinha saído da minha equipa. Os infantis tiveram então uma quebra, mas ainda falta alguns jogos e acredito que eles possam subir na classificação, pois eles têm lá miúdos com qualidade.

 

Os iniciados estão agora numa altura boa, mas passaram por um período menos bom. Quando o Paulo lá estava conseguiram estar nos lugares de topo da classificação, mas depois baixaram um pouco, talvez também pela mudança de treinadores. Porém as coisas já estão a mudar, têm feito bons jogos. Também acredito que subam mais na classifiacação e se for possível ir para a 1ª Divisão.

 

Os juvenis foi pena terem descido de divisão. Falaram que era por não terem a  sorte de ter tido treinadores como eu  ou como o Paulo, mas eu não acredito nisso. Há sempre um ano que não é do Santa Cruz F.C., que é quando as equipas ficam a meio da tabela e um ano do Santa Cruz F. C. que é quando as equipas lutam para subir de divisão. Os

juvenis não foi o ano deles. Eu conheço pouco o Bruno, mas tive a sorte de assistir a um ou dois treinos dele e ele é um treinador com muita qualidade. É novo, tem ambição e por aquilo que vi, é uma pessoa igual a mim. Eu também me acho o melhor treinador do mundo e não estou em 1º lugar.

Quando vi no início e eles estavam cá em baixo na classificação, pensei: “Será que ele vai conseguir dar a volta?” Só que houve algumas coisas que os treinadores não conseguem mudar por muito que nós trabalhemos todos os dias. Porém, deu para ver que a equipa não merecia descer de divisão. Eles jogavam bem mas eram uma equipa que desistia facilmente. Eu até já falei com o Bruno isso e referi que ele também desistia facilmente. Mas, existe uma série de coisas que envolve o comportamento em treinos que eu não conheço e como tal ele teria razão para ter aquela atitude. Eu, já pelo contrário, quando entro para um jogo é para ganhar e não desisto.

Quanto ao Bruno (treinador dos juvenis), eu tirei as minhas conclusões e pelos comentários que fui ouvindo, que são iguais aos meus, ele é um treinador com muita qualidade, apesar de de nos momentos em que tinha que se impôr não conseguiu. Mas se calhar lá teve as suas razões, porque nem sempre é facil.

 

Quando fui embora do Santa Cruz F.C., disse que não se deviam fazer juniores porque muitos depois queriam ir embora e todos eles sabiam que o Santa Cruz F.C. não tem séniores. Na minha opinião não se deviam fazer juniores ou então fazer uma equipa sénior, embora as despesas aí seriam muito grandes. Quando se ganha está tudo bem, é tudo uma alegria, são todos amigos....mudou-se de treinador, não sei se para melhor ou para pior e desceram bastante. Eu com aquela equipa era campeão de “caras”, se a equipa fosse unida era de conseguir. Para a equipa que era foi um campeonato normal.

 

P – A faltar poucos meses para a V Gala “Meninos de Ouro”, que expectativas tem já que é a primeira que não conta com a sua realização?

 

R – Eu começava a preparar a gala em Setembro, no início da época, a tirar fotografias (jogadores/festas), pois tinha que ter a noção de quem ia ser nomeado. Eu fazia a gala nas férias, quando estava no campismo. Estava desde a meia noite até às 4h da manhã a fazer a gala. Pelo que o João Paulo disse (organizador da gala) está em andamento, ele está entusiasmado. Quem fizer a gala tem que estar muito concentrado, porque para além de fazer a apresentação em fotos é preciso pôr a música, coordenar bem as duas coisas. Mas espero que o João Paulo consiga, pois a gala não tem muito por onde crescer, a não ser a nível de imagens.

 

P – Na gala do ano passado recebeu dois prémios: Director do Ano e Treinador do Ano. Na sua opinião quem poderia suceder este ano nesses prémios?

 

R – A treinador sem dúvida o Hélder Santos e como director o Rui Cruz.

 

P – O que acha do nosso espaço na internet (blog)?

 

R – Espectáculo!!! Era uma coisa que eu gostava muito de fazer. Eu tenho 7 blogs, todos os dias invento um, é para me entreter. Vejo os sites que gosto e depois faço o meu. Mas está muito porreiro, é como um jornal infomativo mas sem ter suporte em papel. Para além disso contribui muito para divulgar o clube e o João Moreira está a fazer um execelente trabalho...espero que continue.

 

P – O que achou da nova edição do nosso jornal?

 

R – Está excelente e espero que vocês continuem...mas acredito que um dia vocês se vão chatear, apesar de serem duas e de terem o Bruno a ajudar. Digo isto porque sei aquilo por que passei quando fazia o anterior...é muito complicado e tive pena de ter deixado porque gostava muito de o fazer, apesar de dar muito trabalho. È UM TRABALHO EM QUE VOCÊS DEVEM SER AJUDADAS.

 

P – Tem intenção de voltar para o Santa Cruz F.C.?

 

R – Não. Estou no Ardegães e estou bem, além de que era uma falta de respeito pelo Ardegães, pois já estamos a trabalhar à bastante tempo para a próxima época. Já estamos a preparar a estrutura para melhorar para o ano. Provavelmente só irei fazer mais uma época no Ardegães, mas talvez nem acabe a época.

 

P – Porquê?

 

R – Por causa do meu trabalho. Como trabalho por turnos é compliacado ter tempo para ir a treinos e jogos. Mesmo assim vou arranjando algum tempo, tempo esse que “roubo” a mim próprio. Estou a passar uma fase em que tenho de pensar muito bem na vida, porque tenho 32 anos, tenho uma namorada que me chateia todos os dias que quer começar a constituir familía. Eu já lhe prometi isso desde o primeiro ano de namoro e já lá vão 5 anos...e vou arrastando esta situação. Eu gostava de continuar mais no futsal, mas à minha maneira e como eu gosto, o problema é que o futsal é um entrave...o tempo que eu gasto, que penso e faço coisas para o futsal, é tempo que estou a tirar a mim e à Cátia.

 

P – Como todos sabem o Santa Cruz F.C. é clube do seu coração. Não pensa em regressar um dia mais tarde, já que como referiu anteriormente, na próxima época vai estar no Ardegães?

 

R – Vai passar muito tempo se vier...não sei. Se calhar se entrasse saiam logo duas pessoas: o João e o Rui. È a ideia que eu tenho. Podiam não sair logo os dois, mas primeiro sairia o João e o Rui iria a seguir. Não digo que eles não queiram que eu venha para cá outra vez, mas uma coisa é eles quererem que eu venha outra coisa é eles conseguirem sair. Porém não me passa pela cabeça vir para cá tão cedo.

Gostava de mais tarde ir para um clube com séniores, era um grande salto, mas não penso em vir para o Santa Cruz F.C., só se for para ajudar.

 

P – Na sua opinião o que acha que o Santa Cruz F.C. poderia ter ou fazer para melhorar?

 

R – Tenho maneira de ver o futsal por lados opostos: por um lado é importante a formação, mas por outro deve-se criar soluções para aqueles que vão embora quando saem dos juniores. Concordo com a formação se calhar até aos juvenis e depois encaminhar esses atletas para outras equipas com juniores e séniores ou então ter apenas juniores e séniores (e juvenis se for possível). Não sei se compensa estar a trabalhar para a formação se o clube não usufrui mais tarde desses jogadores.

Santa Cruz do Bispo precisa de uma equipa sénior e a única colectividade, para além do

Junqueira, que pode fazer uma equipa sénior é o Santa Cruz F.C. Claro que ter duas equipas séniores na mesma localidade é complicado, mas também ninguém está a dizer que quer um Santa Cruz F.C. na 1ª divisão.

 

P – Este ano houve mudanças na Direcção. Na sua opinião quem é a pessoa mais indicada para assumir a presidência do clube?

 

R – Não sei..Se for uma pessoa de fora é bem – vinda, desde que com ideias, com vontade, mas não estou a ver nenhuma pessoa de fora a vir para aqui. É mais fácil olhar cá para dentro e ver das pessoas que cá trabalham. Tenho ideia que o presidente é só no papel, porque na altura em que eu cá estava, o presidente era igual a nós, estava no mesmo patamar que os outros directores. Assim sendo talvez o Rui, o João ou o Avelino. No caso do Avelino penso que foi um dos melhores directores que passou pelo Santa Cruz F.C., pois era uma pessoa muito interessada e sabia sempre de tudo relacionado com o clube. Tive a sorte de trabalhar com ele e vi que era uma pessoa com vontade e muito organizada.

 

P – Quer deixar alguma mensagem aos nossos leitores?

 

R – Directamente para os directores que cá estão apelo para que ajudem as pessoas novas que entraram e que não se deixem “arrastar” só por aquilo que fazem, senão vai acontecer o que aconteceu comigo. Ajudem quem trabalha mais e nunca estejam à espera que essas pessoas num momento de cansaço lhes peçam ajuda porque já não vão chegar a tempo. Em relação vocês as duas (Diana e Rosa), acho que muito em breve vão ficar saturadas, chateadas e cansadas por fazerem o jornal sozinhas. Mas espero estar enganado e que não aconteça a vocês o mesmo que aconteceu a mim. É esta mensagem de apoio que quero passar para fora.

Espero que o Santa Cruz F.C. continue para a frente e mais uma vez quero deixar a mensagem que é: não pensem que estão a fazer um favor ao Santa Cruz F.C., pois é o Santa Cruz F.C. que vos está a fazer um favor. Continuem a ler o jornal, a apoiar esta colectividade e que sejam humildes.

TIME - OUT - TUDO NUM MINUTO

 

P - Hélder Santos (treinador dos escolas)?

R – Um pai!!

 

P – Custódio (treinador dos infantis)?

R – Conheço pouco

 

P – Serafim (treinador dos iniciados)?

R – Tem que evoluir

 

P – Bruno Carmo (treinador dos juvenis)?

R – Futuro José Mourinho 2

 

P – Paulo Santos (treinador dos juniores)?

R – É um Santacruzense

 

 

P – Rui Cruz (dirigente)?

R – O meu braço direito

 

P – Ricardo Fernandes?

R – O teimoso

 

P – João Moreira?

R – Grande homem

 

P – Sousa?

R – O tasqueiro

 

P – José Gomes (seccionista)?

R - Pedroto

 

P – Fábio Gomes (jogador dos Juniores)?

R – Mágoa por não lhe dar mais

 

P – Emanuel Moreira ( jogador dos juvenis)?

R – Atleta revelação e que sirva de exemplo para quem não acreditava nele.

 

P – Nuno Santos (ex-jogador do Santa Cruz)?

R – Uma promessa

 

P – Ídolo desportivo?

R – André Lima

 

P – Clube de futsal?

R – S.L. Benfica

 

P – Ardegães?

R – Uma nova etapa

 

P – Santa Cruz F.C.?

R – Clube do coração

 

P – Damião?

R – Para ser homenageado todos os anos

 

P – Cátia (namorada)?

R – Obrigada pelo apoio importante que me deu

Notícia publicada do Norte Desportivo

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Notícia publicada no Blog do Carvalhido

 

ATLÉTICO CLUBE DO CARVALHIDO

Fundado em 1994


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Segunda-feira, 6 de Novembro de 2006

Juniores - 8ª. Jornada - ARDEGÃES - ACC

ARDEGÃES - 3    A. C. CARVALHIDO - 1

Sábado, 4 de Novembro - concentração às 15h30m no Centro de Estágio.

Local de Jogo da 8ª. jornada - Pavilhão Municipal de Ardegães às 17h00.

Jogadores convocados:

Fábio, Ricardo, Bruno, Tito, Diogo, Edú, Cristiano, Paulo, Bolinhas, Carlitos e Nando

O Paulo apresentou-se lesionado no joelho (?) e foi o único elemento não utilizado

Começamos o jogo com pouca velocidade, permitindo ao adversário algumas investidas pelas alas que colocavam em perigo a nossa baliza.

Os jogadores encararam esta partida com sobranceria, deixando correr o tempo, convencidos de que o golo apareceria a qualquer instante.

Falhámos algumas oportunidades e sofremos alguns calafrios...

Aos 18 minutos o Ardegães marcou, resultado com que se chegou ao intervalo.

No balneário, o treinador estava irritado com a falta de atitude dos jogadores. Mandou aquecer o Fábio, que jogou na 2ª. parte.

Entramos mais rápidos, dominamos em vários capítulos do jogo mas a bola não entrava.

 A inspiração dos elementos mais criativos não era a melhor...

Em contra-ataque, o Ardegães fez o segundo golo à passagem dos 10 minutos. Era um balde de àgua fria.

Reagimos de imediato e Tito reduziu na saída de bola ao centro.

Continuamos a 'carregar' o último reduto do Ardegães, e podíamos ter empatado o jogo logo a seguir.

Como diz a máxima do futebol 'quem não marca sofre' e foi o que nos aconteceu aos 13 minutos.

A perder por 3 a 1, imprimimos mais velocidade ao jogo, mas até final o resultado não se alterou.

A 2ª. derrota da época, provocou um amargo de boca e o balneário estremeceu...

Esta derrota é fruto da falta de humildade e da sobranceria com que alguns atetas encararam este jogo. Pensavam que eram 'favas contadas', pelo facto do Ardegães ter apenas 4 pontos.

Os pontos perdidos com equipas menos 'cotadas' são as que determinarão o campeão.

Há que retirar desta derrota os ensinamentos devidos, para que esta situação não volte a acontecer.

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